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É comum os motoristas terem dúvidas de qual combustível escolher na hora de abastecer, já que ter certeza do melhor custo-benefício é uma questão complexa e interpretativa, devido a vários aspectos técnicos do automóvel. Há motoristas que optam pelo etanol por conta do custo relativamente menor, embora seja um combustível de menor rendimento, enquanto outros utilizam gasolina, que possui uma autonomia maior, ainda que seja mais cara. O etanol pode ser composto de diversas matérias-primas. Especificamente no Brasil, ele é feito a partir da cana-de-açúcar. Sua principal vantagem é o preço no posto, justamente por não estar exposto às variações internacionais do petróleo.  Já a gasolina tem como principal matéria-prima o petróleo. Sua principal vantagem é o rendimento. A gasolina possui um poder calorífico maior que o do etanol, o que consequentemente faz com que seja um combustível de maior autonomia. Porém custa mais caro, em média R$ 1,65 a mais que o etanol,…

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No Rota 2030 veículos pesados também terão objetivos para reduzir consumo e emissões Quando foi assinada há pouco mais de um mês a Medida Provisória que criou o Rota 2030, nenhuma menção foi feita à adoção de metas de eficiência energética para caminhões e ônibus, majoritariamente movidos a diesel. Mas o tema entrou na pauta e um dos grupos de discussão apresentou sugestões ao governo de como fazer as medições, bem mais complexas de realizar do que em veículos de passageiros. Já existe uma minuta de portaria a ser editada pelo Ministério da Indústria (MDIC), que estabelece um cronograma para pesquisar e fixar níveis de redução de consumo e emissões de CO2 para modelos de comerciais pesados, assim como já acontece com carros a gasolina ou etanol. As possíveis diretrizes e rotas tecnológicas do programa estiveram entre os pontos centrais das apresentações e debates do 15º Fórum SAE Brasil de Tecnologias…

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Veja os principais índices sobre o uso do crédito no mercado automotivo reunidos pela B3 O volume de veículos novos financiados em julho cresceu 15% na comparação com o resultado de mesmo mês do ano passado, ao atingir as 171 mil unidades, na soma de leves e pesados, contra as 148,9 mil de um ano atrás, de acordo com dados divulgados na quarta-feira, 15, pela B3, empresa derivada da fusão entre BM&FBOVESPA e Cetip, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), base integrada de informações que reúne o cadastro de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo Brasil. Entre os veículos novos, o segmento de automóveis e comerciais leves cresceu os mesmos 15% em julho, mas foram os pesados que impulsionaram o resultado geral, com alta de 55,6%. Já no setor de veículos usados, o crescimento foi menor, de 3,2%, ao passar de 271,8 mil para 280,4 mil…

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