Motos de alta cilindrada obtêm alta de 11% no semestre
Aumento ficou acima da média do segmento de duas rodas, cujas vendas subiram menos de 7% no período A venda de motos com cilindrada acima de 450 cc somou no primeiro semestre 18,6 mil unidades, registrando alta de 11% sobre o mesmo período do ano passado. O crescimento é maior que o da média do mercado de duas rodas, cujos emplacamentos totais subiram 6,9% na comparação interanual. O crescimento foi puxado pela Honda, líder de mercado, que vendeu 5,6 mil unidades de alta cilindrada de janeiro a junho, 48% a mais que no mesmo período do ano passado. Outra marca com crescimento acentuado em 2018, mas sobre uma base bem menor, foi a J.Toledo Suzuki. Com 1,8 mil motocicletas, registrou alta de 205% sobre a primeira metade do ano passado. Aparentemente, a estratégia da J.Toledo em concentrar-se em motos Suzuki de alta cilindrada e deixar o segmento de baixa cilindrada para a divisão JTZ…
Por que especialistas recomendam embrulhar chaves automáticas do carro em papel alumínio?
A tecnologia que permite a você destrancar seu carro a distância também traz um risco de roubo. O problema existe porque as chaves automáticas dos carros modernos estão constantemente emitindo sinais para eles. Especialistas alertam que os ladrões podem comprar chaves “virgens” e usá-las para replicar o código de acesso de um determinado veículo. COMO EVITAR QUE ISSO ACONTEÇA? A forma mais fácil de precaução contra isso é embrulhar as chaves em papel alumínio. Especialistas em cibersegurança concordam que, embora não seja o ideal, esse é um método muito fácil e barato. Outra opção é comprar pela internet uma “bolsa de Faraday”, que tem a mesma função de isolamento do alumínio e serve como um escudo contra a transferência de informações que poderiam ser usadas no roubo do carro. “Estamos falando de uma forma de comunicação por ondas eletromagnéticas, como rádio ou televisão. Pense em uma música que é constantemente…
O mercado de veículo elétrico no Brasil: é hora de acelerar
Os veículos elétricos e seus componentes ganham cada vez mais espaço no mercado automobilístico mundial, mas ainda têm um longo caminho a percorrer no Brasil. O momento, porém, nunca foi tão favorável às novas tecnologias. A agenda da mobilidade elétrica em nosso país começa a dominar a atenção dos prefeitos das grandes cidades, dos líderes da indústria, dos urbanistas e do Governo Federal. E o mais importante: o veículo elétrico já despertou o interesse do comprador comum. Basta notar que, em 2017, os emplacamentos de veículos elétricos e híbridos no Brasil triplicaram em relação a 2016, passando de 1.091 para 3.296, segundo a Anfavea. Esses números parecem pouco expressivos, se comparados aos 43,4 milhões de veículos da frota circulante no Brasil em 2017 (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, excluindo motos), mas eles apontam para uma tendência ascendente do mercado de Veículos Elétricos. De 2016 para 2017, as vendas de…


