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O vigor do comércio em julho pode ser sinal de reação do organismo econômico. IBGE cita evolução do mercado de trabalho e melhora das condições de crédito. O vigor do comércio em julho, uma boa surpresa no meio de tantas notícias negativas, pode ser mais um sinal de reação do organismo econômico. As lojas do varejo venderam naquele mês 1% mais que em junho, puxadas principalmente pelos supermercados, e 4,3% mais que um ano antes. Os novos números trazem fortes indícios de intensificação do consumo. Em 12 meses o volume vendido foi 1,6% maior que o do período anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para explicar esse desempenho, a gerente da pesquisa mensal, Isabella Nunes, mencionou a evolução gradual do mercado de trabalho, com aumento das pessoas ocupadas, e a melhora das condições de crédito. O financiamento é especialmente importante para as vendas de veículos, motos…

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O mercado de automóveis, que deve crescer pelo terceiro ano seguido, tem sido impulsionado principalmente por descontos maiores oferecidos pelas concessionárias e pelas montadoras, sobretudo a clientes pessoa jurídica, numa tentativa de driblar as condições adversas da economia. É o que indica a receita do governo com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a partir da venda de carros. Como os preços estão menores, a arrecadação cai, apesar das vendas aumentarem. No primeiro semestre, o número de automóveis emplacados teve expansão de 11,2% em relação à primeira metade do ano passado, segundo a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No entanto, a arrecadação do governo com o IPI sobre automóveis, que em tese deveria estar crescendo no mesmo ritmo, caiu 3,1% no período, já retirados os efeitos da inflação. Uma possível explicação para o desequilíbrio seria a mudança na composição dos carros vendidos. Por exemplo, a venda de…

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A Caixa Econômica Federal (Caixa) vai oferecer mais de R$ 7,5 bilhões para crédito rural na safra 2019/20, entre custeio, investimento, comercialização e industrialização. De acordo com o banco, em nota, trata-se de volume de recursos 50% maior ante o oferecido no ano passado. A instituição financeira informa, ainda, que haverá “grande disponibilidade” de recursos obrigatórios. “Serão destinados mais de R$ 4 bilhões para cooperativas e agroindústrias, com taxas de juros especiais e customizadas.” O destaque é a linha de industrialização, em que a Caixa pretende aplicar mais de R$ 2,5 bilhões neste ano-safra, ante R$ 1,69 bilhão aplicados no ano-safra 2018/19. No Pronamp – linhas específicas para médios produtores -, um total de R$ 1 bilhão será destinado ao crédito rural, valor 93,5% maior ante 2018/19. “Para esta safra, foi inclusa a linha de Pronamp investimento, com limite de até R$ 430 mil por beneficiário, com taxa efetiva de…

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