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Consórcio bate recorde de adesões no ano

Balanço divulgado pela Abac, Associação Brasileira de Administradores de Consórcio, na segunda-feira, 30 de setembro, aponta marca histórica de 1,88 milhão de nova contas adquiridas de janeiro a agosto deste ano. O resultado representa volume 15% maior em relação ao mesmo período de 2018 e um recorde para oito meses. No período, o crédito concedido somou R$ 26,6 bilhões, valor 2,9% superior aos R$ 26,8 bilhões apurados um ano antes. De janeiro a agosto, ocorreram 806 mil contemplações, 1,7% superior ao registrado nos oito primeiros meses de 2018. Do total de novas adesões, 825,3 mil corresponderam ao grupo de veículos leves, 713,3 mil no de motocicletas e 59,3 mil de veículos pesados. Segundo relatório, o setor de veículos em geral cresceu 11,9% de janeiro a agosto, com 1,6 milhão de novas cotas, alcançando R$ 53,5 bilhões em crédito, alta de 25,1% sobre os R$ 42,8 bilhões registrados há um ano.…

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O vigor do comércio em julho pode ser sinal de reação do organismo econômico. IBGE cita evolução do mercado de trabalho e melhora das condições de crédito. O vigor do comércio em julho, uma boa surpresa no meio de tantas notícias negativas, pode ser mais um sinal de reação do organismo econômico. As lojas do varejo venderam naquele mês 1% mais que em junho, puxadas principalmente pelos supermercados, e 4,3% mais que um ano antes. Os novos números trazem fortes indícios de intensificação do consumo. Em 12 meses o volume vendido foi 1,6% maior que o do período anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para explicar esse desempenho, a gerente da pesquisa mensal, Isabella Nunes, mencionou a evolução gradual do mercado de trabalho, com aumento das pessoas ocupadas, e a melhora das condições de crédito. O financiamento é especialmente importante para as vendas de veículos, motos…

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O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) caiu para 1,4 ponto em junho, na comparação com abril, para 47 pontos, informou nesta sexta-feira (28) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A entidade realizou pesquisa, em parceria com o Ibope, com 2 mil pessoas em todo o país, de 20 a 23 de junho. Essa foi a segunda queda consecutiva do indicador, que continua acima da média histórica de 46,1 pontos. O INEC varia de zero a cem pontos. Quando está abaixo dos 50 pontos, mostra que consumidores estão sem confiança. O indicador, segundo a CNI, ajuda a antecipar variações na atividade econômica. Consumidores menos confiantes tendem a diminuir as compras. Com a redução do consumo, aumentam as dificuldades de recuperação da economia. “A queda da confiança em junho é resultado, especialmente, da piora da percepção dos brasileiros sobre o emprego e o aumento do endividamento das famílias”, avaliou a…

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